Esta coluna trata não só dos aspectos negativos dos riscos (perdas, ameaças ao sucesso), mas também de seus aspectos positivos (ganhos, oportunidades de benefícios).

 

 A Gestão de Riscos no Século XXI 

Edição 06/2004

                                                                                                               

Terminologia internacional conforme ISO Guide 73

Fonte
(source)
item ou atividade com potencial para produzir uma conseqüência.

Nota - No contexto da segurança, a fonte é um perigo.

Critérios de risco (risk criteria)
termos de referência usados para avaliar a significância dos riscos.

Nota - Os critérios de risco podem incluir custos e benefícios associados, requisitos legais e regulamentares, aspectos sócio-econômicos e ambientais, as preocupações das partes envolvidas, prioridades e outras entradas para a avaliação dos riscos.

Sistema de Gestão de Riscos (risk management system)
conjunto de elementos do sistema de gestão da organização relacionado com a gestão dos riscos.

Nota 1 - Os elementos do sistema de gestão podem incluir o planejamento estratégico, a tomada de decisão e outros processos usados para lidar com riscos.
Nota 2 - A cultura de uma organização se reflete no seu sistema de gestão de riscos.

Parte interessada (interested party)
pessoa ou grupo com interesse no desempenho ou no sucesso de uma organização.

Exemplos - Clientes, proprietários, pessoas em uma organização, fornecedores, banqueiros, sindicatos, parceiros, sociedade.
Nota - Um grupo pode compreender uma organização, uma parte dela ou mais de uma organização.
[ISO 9000:2000, definição 3.3.7]

Empreendimentos, Licenças Ambientais e a Importância dos Estudos de Gestão de Riscos 

As questões ambientais têm tirado o sono de muitos investidores. Diversas reportagens publicadas recentemente na imprensa têm mostrado o expressivo número de empreendimentos paralisados em decorrência de exigências de órgãos de controle e fiscalização ambiental, e de decisões judiciais desfavoráveis aos investidores.

O problema é complexo, pois, juntamente com a discussão de princípios, proliferam os casos de criação de dificuldades, por parte de governantes ambiciosos, com vistas à obtenção de vantagens políticas adicionais dos investidores.

Por outro lado, fica cada vez mais claro que os empreendedores precisam se conscientizar que é necessário melhorar a qualidade dos projetos, especialmente daqueles de maior impacto ambiental, que exigem estudos acurados (como o EIA/RIMA), se quiserem ver reduzido o tempo de análise e concessão do licenciamento para seus empreendimentos.

Além dos riscos ambientais

Os Estudos de Riscos a Empreendimentos, conduzidos em empresas pelo QSP, seguem uma metodologia própria que desenvolvemos a partir das diretrizes da norma AS/NZS 4360, e abrangem não só a vertente ambiental, como também eventos de risco que podem ter repercussões operacionais, de imagem e reputação da organização, e os que podem atingir estrategicamente um determinado empreendimento como um todo.

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Gestão de Riscos: parte integrante da governança corporativa e das boas práticas de gestão (1ª parte)
por Kevin Knight (ISO)

O dia 27 de junho de 2002 será lembrado como um importante marco no avanço da gestão de riscos por ter contemplado a publicação do ISO/IEC Guide 73, Risk Management - Vocabulary - Guidelines for use in standards (Guia ISO/IEC 73, Gestão de Riscos - Vocabulário - Diretrizes para uso em normas).

A necessidade de algum tipo de orientação sobre a aplicação da gestão de riscos já é reconhecida há algum tempo, dado o fato de que mais de 60 comitês técnicos e grupos de trabalho da ISO ou IEC abordam essa questão de uma forma ou de outra. O Guide 73 finalmente oferece uma base comum para a inclusão da gestão de riscos nas Normas Internacionais, muito semelhante à forma como o Guide 51 aborda a Segurança.

Além do trabalho dos comitês técnicos e grupos de trabalho da ISO/IEC, os organismos nacionais de normalização da Austrália (com a AS/NZS 4360), do Canadá (com a CAN/CSA-Q850) e do Japão (com a JIS Q 2001) também produziram normas que abordam a gestão de riscos.

Em 1999, o comitê técnico conjunto formado pelos organismos de normalização da Austrália e da Nova Zelândia, nomeado Risk Management (Gestão de Riscos), identificou a necessidade de abordar a relação entre a gestão de riscos e a governança corporativa, visando à publicação de um guia ou manual. No decorrer do trabalho, uma tarefa que inicialmente parecia simples, o comitê foi surpreendido com uma demanda mundial de processos e procedimentos eficazes de governança corporativa, após uma série de colapsos e fraudes de empresas em 2000 e 2001. O organismo de normalização da Austrália respondeu a essa necessidade com a formação de um comitê técnico, que produziu o conjunto de normas sobre governança corporativa AS 8000:2003, publicado em julho de 2003.

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Sabedoria & Humor

Murphologia Avançada

Conclusão da Lei de Murphy:
Se tudo sempre dá errado, essa é a lei verdadeira. Relaxe e goze. 
Extensão da Lei de Murphy:
Nada é tão ruim que não possa ser legislado.

Princípio Infalível de Murphy:
Você só sabe que um erro é definitivo quando perde a vontade de acertar
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Lei do Cientista Malandro:
Se sua experiência fracassou, destrua todas as provas de que tentou. 
Lei do Azar:
Quando você quer bater na madeira se dá conta de que o mundo de hoje é todo de plástico. 

A História do Risco

Passagens do livro "Desafio aos Deuses - A Fascinante História do Risco". Nesta edição, recomendo a leitura do seguinte trecho: A Medida de Nossa Ignorância.

Manuais sobre Gestão de Riscos

GESTÃO DE RISCOS
AS/NZS 4360:  a primeira norma de âmbito mundial sobre Sistemas de Gestão de Riscos.

TECNOLOGIAS CONSAGRADAS DE GESTÃO DE RISCOS
Reprint da coletânea "Técnicas Modernas de Gerência de Riscos“ e do livro "Introdução à Engenharia de Segurança de Sistemas".

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